Hoje não é segunda-feira, mas é dia de mudar.
Chega. Acabou. Não quero mais.
É hora de mudar o foco.
Posts carregados de melancolia estão terminantemente proibidos neste local.
A menos que eu mude de idéia. Pra que regras se ninguem às cumpre?
Eu não sou diferente. Opss, acabei de seguir a regra.
Difícil é não cair em contradição.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
sábado, 2 de fevereiro de 2008
Amo mesmo
Dificil é aceitar que não vou ter você para mim.
Tenho tanto amor pra dar, doar e vender.
Não me vejo com outra pessoa que não seja você.
É só você que me traz de espírito. Que eu suspiro mais forte quando chega. Que eu passaria horas vendo dormir. Que eu sinto segurança. Que me entende. Que faz parte dos meus planos. Que tem quase os mesmos gostos. Que sabe tocar a música que eu gosto. Que faz a cara de bobo mais linda.
Você, você, você. Fixação? Cegueira? Não sei.
É por você que eu perco o sono, que eu escrevo cartas, que eu choro, que eu sorrio, que eu bebo, que eu caio, que eu ergo.
Desisto de tentar esquece-lo, longe vai ser pior. É pra sempre, não tem jeito.
"te amo mesmo, tá ruim pra disfarçar"
Tenho tanto amor pra dar, doar e vender.
Não me vejo com outra pessoa que não seja você.
É só você que me traz de espírito. Que eu suspiro mais forte quando chega. Que eu passaria horas vendo dormir. Que eu sinto segurança. Que me entende. Que faz parte dos meus planos. Que tem quase os mesmos gostos. Que sabe tocar a música que eu gosto. Que faz a cara de bobo mais linda.
Você, você, você. Fixação? Cegueira? Não sei.
É por você que eu perco o sono, que eu escrevo cartas, que eu choro, que eu sorrio, que eu bebo, que eu caio, que eu ergo.
Desisto de tentar esquece-lo, longe vai ser pior. É pra sempre, não tem jeito.
"te amo mesmo, tá ruim pra disfarçar"
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Últimos dias no alto da serra
Viagem marcada, 10 dias na praia.
Areia, água, bife amilanesa.
Macarrão com Teixeira, que delícia!
Cerveja gelada, coca dia seguinte, salvadora da pátria.
Sol, piscina. Chuva, cochilo.
E lá...em Pásargada
“Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio”
2007 está quase no fim, plim.
Amei.
Bebi.
Chorei.
Declarei.
Escrevi. Pouco, mas já foi um começo.
Feliz 2008.
Areia, água, bife amilanesa.
Macarrão com Teixeira, que delícia!
Cerveja gelada, coca dia seguinte, salvadora da pátria.
Sol, piscina. Chuva, cochilo.
E lá...em Pásargada
“Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio”
2007 está quase no fim, plim.
Amei.
Bebi.
Chorei.
Declarei.
Escrevi. Pouco, mas já foi um começo.
Feliz 2008.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Honra e mérito
Três dias de viagem. Atravessei a cidade com aquele friozinho na barriga.
Em cada vagão um pensamento, caraca como pensei.
Respirei fundo
..........................
Entrei com o pé direito, seguido do esquerdo, sempre no chão.
Prazer em ver, Bruna Braz.
Olhar atento, caneta na mão.
Observar, escutar, escrever.
Chegou a minha hora e não podia ser melhor.
Joguei a semente, é hora de colher.
Nem dá pra acreditar!
E o melhor de tudo isso: mérito próprio.
Em cada vagão um pensamento, caraca como pensei.
Respirei fundo
..........................
Entrei com o pé direito, seguido do esquerdo, sempre no chão.
Prazer em ver, Bruna Braz.
Olhar atento, caneta na mão.
Observar, escutar, escrever.
Chegou a minha hora e não podia ser melhor.
Joguei a semente, é hora de colher.
Nem dá pra acreditar!
E o melhor de tudo isso: mérito próprio.
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Sementinha
Plantaram a sementinha há mais de um ano e a coitada nada de nascer. Chegaram a regar. Carinho, atenção, esperança, suspiro.
Alarme falso.
Quando ela parecia que ia desabrochar, podaram.
Quando ela desistiu de lutar, regaram.
Não sabe se nasce, não sabe se morre.
Não sabe de nada.
Melhor mudar de ares, de lares.
Pior é ficar nesse chove-não-molha.
Alarme falso.
Quando ela parecia que ia desabrochar, podaram.
Quando ela desistiu de lutar, regaram.
Não sabe se nasce, não sabe se morre.
Não sabe de nada.
Melhor mudar de ares, de lares.
Pior é ficar nesse chove-não-molha.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Burrice
Aos berros na areia cantei:
“eu quis dizer
você não quis escutar
agora não peça
não me faça promessa...”
Regaram a semente quando ela estava na sua paz celeste, que peste.
Mesmo quieta, na dela, incomoda, que mola.
Ora em cima, ora embaixo, que saco.
“ainda somos iguais
então não me chame
não olhe pra trás”
Errar é humano, persistir no erro é burrice.
“eu quis dizer
você não quis escutar
agora não peça
não me faça promessa...”
Regaram a semente quando ela estava na sua paz celeste, que peste.
Mesmo quieta, na dela, incomoda, que mola.
Ora em cima, ora embaixo, que saco.
“ainda somos iguais
então não me chame
não olhe pra trás”
Errar é humano, persistir no erro é burrice.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Fudest 2008
Jornalismo, no topo da lista. no auge da moda. no alvo da roda.
O lead vem primeiro. O que? Quando? Onde? Como? e Por que?
Pauta é a ordem do dia, a mais pedida.
O Furo, por incrível que pareça, é o novo.
Imparcialidade é utopia.
Jabá é conta paga no final do mês.
Fonte é zero, um, dois e três.
No jornalismo, todo mundo sabe cozinhar.
Requenta daqui, copia de lá.
ECA, tá todo mundo ferrado.
O lead vem primeiro. O que? Quando? Onde? Como? e Por que?
Pauta é a ordem do dia, a mais pedida.
O Furo, por incrível que pareça, é o novo.
Imparcialidade é utopia.
Jabá é conta paga no final do mês.
Fonte é zero, um, dois e três.
No jornalismo, todo mundo sabe cozinhar.
Requenta daqui, copia de lá.
ECA, tá todo mundo ferrado.
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